Poltrona Dorival – by Arthur Casas

Dimensões:

Altura: 89,7cm

Largura: 100cm

Profundidade: 65cm

Design by: Arthur Casas

Material: Estrutura em madeira cumaru com certificado FSC.

Inspirada na imagem do compositor Dorival Caymmi repousando, sentar-se na Poltrona Dorival remete à experiência da rede, do movimento, de permitir dar tempo ao tempo.

Descrição

Arthur Casas
Formado em arquitetura e urbanismo na Universidade Mackenzie de São Paulo, em 1983, Arthur de Mattos Casas já criou mais de uma centena de projetos, entre residências, lojas, restaurantes e hotéis. Com projetos espalhados por cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York, Paris e Tóquio, vem recebendo uma grande quantidade de prêmios nacionais e internacionais, tanto por suas criações em arquitetura quanto em design de produtos. Em 2008, venceu o prestigiado Red Dot, na Alemanha, pelo desenvolvimento bastante criativo da linha de cutelaria e jantar para a empresa Riva. Dois anos depois, ficou com o primeiro lugar no Wallpaper Design Award 2010, promovido pela revista inglesa Wallpaper, na categoria melhor restaurante, pelo projeto do Kaa, em São Paulo. Em 2011, o Baleia GD8, primeiro condomínio de praia projetado por seu estúdio, ficou em primeiro lugar na premiação O Melhor da Arquitetura, da revista Arquitetura & Construção. Já no ano de 2013, foi a vez de o projeto para a loja da Mistral, no Shopping JK, em São Paulo, vencer o Retail Design Institute Award (RDI), nos Estados Unidos.
Arthur Casas participou de bienais de arquitetura em São Paulo (1997 e 2003) e em Buenos Aires (2003, 2005 e 2007). Mais recentemente, alcançou grande destaque ao vencer dois concursos públicos importantes. O primeiro, em 2012, para a requalificação de três largos no Pelourinho, no centro histórico de Salvador. A proposta de seu estúdio concorreu com outras 32 e foi eleita por unanimidade. No início de 2014, com o projeto “Traçado Cultural”, foi o ganhador do edital para a construção do Pavilhão do Brasil na Expo Milão 2015.
Com uma obra fortemente influenciada por sua relação com São Paulo, Arthur Casas costuma dizer que teve o privilégio treinar seu olhar com projetos de grandes mestres da arquitetura paulistana, como Vilanova Artigas (1915-1985) e Rino Levi (1901-1965). Para ele, o ponto de partida do trabalho do arquiteto deve ser entender o propósito da construção, sempre levando em consideração o entorno e as pessoas que irão utilizá-la. Partindo desse princípio, ao projetar a loja do estilista Alexandre Herchcovitch em Tóquio, por exemplo, em 2006, fez uma ampla pesquisa sobre o modo de vida do povo japonês. Ao descobrir que eles gostam de desvendar lugares escondidos, optou por projetar um enorme caixote fechado, com brises que permitiam m apenas antever o interior da loja, no lugar das enormes vitrines características das lojas brasileiras — e ocidentais de modo geral.
O arquiteto tem um livro publicado sobre sua obra (“São Paulo na Arquitetura de Arthur Casas”, ed. Decor, 2007), foi protagonista de um dos episódios da série de TV (GNT) “Casa Brasileira”, em 2011, e escreve regularmente para publicações de arquitetura e design, como articulista convidado.